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Coletivo Feminista

Sobre o Coletivo Feminista
O Coletivo de Saúde Feminista Sexualidade e Saúde é uma Organização Não Governamental, que desenvolve desde 1981 um trabalho com especial foco na atenção primária em saúde das mulheres, com uma perspectiva feminista e humanizada. Desde sua origem, o Coletivo Feminista se estruturou a partir de um consultório próprio e particular, e assim foi ao longo de suas três décadas. Durante esses anos, pode desenvolver diversos projetos a partir de financiamentos de organizações internacionais e nacionais, assim como através de convênios com o governo em áreas como: direitos humanos das mulheres, violência de gênero e saúde sexual e reprodutiva.
Trajetória do Coletivo
Ao longo de sua trajetória, os atendimentos se expandiram para uma diversidade de atendimentos de saúde. Desenvolvendo e ampliando as áreas de atendimento e dos profissionais de saúde entendendo a necessidade de cada ser humano a partir do enfoque das relações de gênero e da luta contra o machismo.
O Coletivo Feminista hoje
A atual equipe do Coletivo compreende que o cuidado em saúde que se opõe ao controle dos corpos, em especial a do corpo feminino, das relações abusivas e de violências, deve acontecer através do cuidado e da atenção às mulheres e aos homens, às crianças e aos adultos. E neste sentido a adesão na equipe de medicas e médicos da família e comunidade, além dos profissionais que tradicionalmente já incorporavam a equipe, como medicas ginecologistas, obstetrizes, psicólogos e psiquiatras, trouxeram em evidencia a necessidade de sempre desenvolvemos nossa percepção, podendo somar a perspectiva feminista, o atendimento em saúde sem distinção de gênero, idade ou qualquer outra discriminação.

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Segundo a OMS, o Brasil tem a 5a. maior taxa de feminicídios do mundo. Entre 1980 e 2013, 106.093 mulheres morreram por serem mulheres. A Agência Patrícia Galvão traz dados que confirmam que ser mulher é um risco: uma travesti ou mulher trans é assassinada no país a cada dois dias; 30 mulheres sofrem agressão física por hora; uma mulher é estuprada a cada dez minutos; 97% das mulheres já foram vítimas de assédio no transporte; e 76% das mulheres já sofreram violência e assédio no trabalho.