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Ambulatório de Saúde Geral

O que é um Medicina de Família e Comunidade?

A especialidade medicina de família e comunidade surgiu no Brasil há alguns anos com foco privilegiado na Atenção Primária à Saúde Geral, com o objetivo de gerar equidade e boa gestão dos recursos de saúde.

Cabe ao médico de família e comunidade (MFC) o primeiro contato, acompanhamento longitudinal, integral e coordenado da saúde de uma pessoa, considerando seu contexto familiar e comunitário, bem como suas descobertas e questionamentos nesse processo.

É competência do MFC solucionar problemas, prevenir doenças, tratar as doenças mais frequentes e gerir recursos disponíveis na rede de saúde.

Os princípios e práticas são centrados na pessoa (sem distinção de raça, sexo, idade ou sistema) – e não na doença – o que faz do MFC o médico do indivíduo e não de uma parte do corpo ou de um problema específico.

Não precisamos saber apenas que doença a pessoa tem, mas que pessoa tem essa doença” (Oliver Sacks)

Atualmente o MFC cumpre um papel muito importante nos paradigmas de saúde e doença, em uma época e sociedade sobrediagnosticada e hipermedicalizada, muitas vezes desnecessariamente. Com o objetivo de prevenir essas intervenções desnecessárias e melhorar a qualidade de vida das pessoas, além de diminuir a medicalização e devolver ao indivíduo a autonomia do próprio corpo e do seu processo de adoecer, o MFC deve atuar seguindo o princípio da não-maleficência (primun non nocere), indicando intervenções que tenham respaldo científico e cujo benefício supere o risco para o indivíduo, além de encaminhar o paciente para o especialista quando necessário.

No Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde o trabalho das médicas de família envolve não só o cuidado da mulher do ponto de vista ginecológico (com exames de rastreio e prevenção de doenças), mas também em saúde geral.

Tem aumentado, além disso, nossa demanda por atendimento médico a homens e crianças de todas as idades, o que faz com que no espaço do Coletivo haja uma prática abrangente de saúde para todos que desejem um cuidado integral.

Precisando de Atendimento?

Equipe do Ambulatório

Aline Oliveira
Médica de família e comunidade formada pela FMUSP, trabalhou na rede municipal de saúde de SP, atualmente trabalha no Hospital Sírio Libanês e no Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde.

Luiza Cadioli
Médica de família e comunidade formada pela FMUSP, atua no Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde desde 2014 e em um posto de saúde da Zona Oeste de São Paulo desde 2017.

Nathalia Cardoso
Médica de Família e Comunidade pela FMUSP, trabalhadora do SUS em uma unidade básica de saúde desde 2018 e do Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde desde 2015.

Carla Marques
Médica de Família e Comunidade pela FMUSP, faz parte do Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde desde 2017. Também atua em Unidade Básica de Saúde do SUS na zona oeste de São Paulo desde 2018.

Monica Verdier
Médica de família com graduação e residência pela FMUSP. Trabalha no Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde e preceptora na residência de Medicina de Família e Comunidade da FMUSP. Bailarina nas horas livres.

Mariana Villiger
Médica de família e comunidade pela FMUSP, atua no SUS em uma UBS da zona oeste de São Paulo, tutora da Residência de Medicina de Família e Comunidade da FMUSP. Atua no CFSS desde 2018.

Larissa Oliveira Almeida
Médica de Família e Comunidade. Graduada pela FMRP-USP e especialista pela Uniara/Araraquara. Médica de postinho com alegria desde 2020. Cuida de tudo que é gente, animal e planta.

Rua Bartolomeu Zunega, 44 Pinheiros – São Paulo/SP
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Segundo a OMS, o Brasil tem a 5a. maior taxa de feminicídios do mundo. Entre 1980 e 2013, 106.093 mulheres morreram por serem mulheres. A Agência Patrícia Galvão traz dados que confirmam que ser mulher é um risco: uma travesti ou mulher trans é assassinada no país a cada dois dias; 30 mulheres sofrem agressão física por hora; uma mulher é estuprada a cada dez minutos; 97% das mulheres já foram vítimas de assédio no transporte; e 76% das mulheres já sofreram violência e assédio no trabalho.