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Saúde das Mulheres

Saúde das mulheres, a ginecologia obstetricia por uma ótica mais feminista.

A ginecologia feminista não é uma especialidade médica e sim um jeito de construir atenção à saúde das pessoas a partir do cotidiano de atendimentos do Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde.

Pretende transgredir as relações usualmente paternalistas e hierárquicas com profissionais de saúde. Aqui a pessoa é entendida como capaz de entender seus processos fisiológicos e de doença, decidir sobre o que é melhor para si e atuar para viver uma vida boa.

As profissionais de saúde nesse contexto vão ajudá-la/o a encontrar as melhores informações e traduzir evidências científicas. Vão ouvi-la/o e construir juntas/os um projeto terapêutico de acordo com as demandas da pessoa. A pessoa está no centro de seu cuidado e a terapêutica é pensada de maneira a contribuir para que ela possa ter autonomia para cuidar de si mesma. Entra aí a centralidade da fitoterapia e outras práticas suaves de auto-cuidado.

O cuidado é livre de dano. O exame físico é pensado para que possa proporcionar uma oportunidade de conhecer-se e superar as memórias de dor e constrangimento vividas nesse contexto. Os exames complementares são realizados conforme necessidade individual de cada mulher. As “rotinas ginecológicas” e check-ups são problematizadas com a mulher para que possa entender quando cada um dos exames está indicado.

O atendimento é pautado por profundo respeito à orientação sexual e identidade de gênero visando recuperar a oportunidade de todas as pessoas a uma boa interação com seus cuidadores/as.

A ginecologia feminista propõe uma reinterpretação da fisiologia, etapas de vida e história das mulheres a partir das lentes do feminismo. Não falamos de sexologia mas de sexualidade. TPM é uma janela de oportunidade para observar-se o que se sente e também a construção social de um momento em que é permitido à mulher o descontrole. A maternidade uma opção. A mulher com gravidez indesejada ouvida e acolhida. A menopausa, não o declínio, mas o fim de um ciclo e uma nova etapa de potência e criatividade. O planejamento é reprodutivo e não familiar.

A ginecologia feminista é uma oportunidade para um cuidado livre de julgamento e moralismo e cheio de liberdade e amorosidade com quem somos.

Halana Faria

Atendimentos realizados por médica Ginecologista, Médicas da Familia e Comunidade e Obstetrizes:

Precisando de Atendimento?

Equipe do Ambulatório

Aline Oliveira
Médica de família e comunidade formada pela FMUSP, trabalhou na rede municipal de saúde de SP, atualmente trabalha no Hospital Sírio Libanês e no Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde.

Luiza Cadioli
Médica de família e comunidade formada pela FMUSP, atua no Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde desde 2014 e em um posto de saúde da Zona Oeste de São Paulo desde 2017.

Nathalia Cardoso
Médica de Família e Comunidade pela FMUSP, trabalhadora do SUS em uma unidade básica de saúde desde 2018 e do Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde desde 2015.

Carla Marques
Médica de Família e Comunidade pela FMUSP, faz parte do Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde desde 2017. Também atua em Unidade Básica de Saúde do SUS na zona oeste de São Paulo desde 2018.

Monica Verdier
Médica de família com graduação e residência pela FMUSP. Trabalha no Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde e preceptora na residência de Medicina de Família e Comunidade da FMUSP. Bailarina nas horas livres.

Mariana Villiger
Médica de família e comunidade pela FMUSP, atua no SUS em uma UBS da zona oeste de São Paulo, tutora da Residência de Medicina de Família e Comunidade da FMUSP. Atua no CFSS desde 2018.

Joyce Martins
Graduada pela UFPR e  Ginecologista Obstetra pelo HMLMB. Pós em Patologia Genital inferior pela Santa Casa de São Paulo. Aperfeiçoamento em sexualidade humana pelo Instituto de Psiquiatra do HC de São Paulo. Pós em terapia e educação sexual pela UNISAL. Atua como ginecologista em UBS na ZS, colposcopista em laboratório na ZS e SUS em São Paulo, e ginecologista no CFSS desde 2019.

Mariana Percia
Ginecologista graduada pela UFAL. Residência pelo Conjunto Hospital Mandaqui (SUS-SP). Trabalhou na rede municipal em São Paulo e Rio de Janeiro com população em situação de rua; e com atendimento a violência sexual em CDDM em Maceió. Atualmente atua no Coletivo e  no Hospital do Mandaqui.

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