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Direitos das Mulheres no Parto - Conversando com profissionais da saúde e do direito (Violência Obstétrica)

Esta cartilha foi pensada para todo(as) profissionais que queiram saber sobre os direitos das mulheres na assistência ao parto, em especial médicos(as), enfermeiros(as), obstetrizes, técnicos(as) de enfermagem e também advogados(as) que atualmente trabalham com o tema da violência obstétrica.

Desejamos que esta seja uma oportunidade para repensar a nossa prática e, sobretudo, ouvir as mulheres e entender o que significa para elas e para os direitos humanos a violência obstétrica.

Autoras: Bianca Zorzam e Priscila Cavalcanti
Rua Bartolomeu Zunega, 44 Pinheiros – São Paulo/SP
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Segundo a OMS, o Brasil tem a 5a. maior taxa de feminicídios do mundo. Entre 1980 e 2013, 106.093 mulheres morreram por serem mulheres. A Agência Patrícia Galvão traz dados que confirmam que ser mulher é um risco: uma travesti ou mulher trans é assassinada no país a cada dois dias; 30 mulheres sofrem agressão física por hora; uma mulher é estuprada a cada dez minutos; 97% das mulheres já foram vítimas de assédio no transporte; e 76% das mulheres já sofreram violência e assédio no trabalho.