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Atendimento à saúde das mulheres sob uma perspectiva feminista

Realize consultas levando em conta os pilares do atendimento feminista

Acesse quando quiser em um período de 1 ano

Para quem: estudantes e profissionais de saúde (médic@s, enfermeir@s e obstetrizes) que atendem mulheres

O que você aprenderá:

• integralidade na oferta de contracepção e direitos sexuais e reprodutivos;

• desmedicalização e prevenção quaternária, respeito à diversidade de identidades de gênero e orientação sexual;

• promoção de ferramentas para cuidado de si;

• comunicação;

• decisão informada e compartilhada.

Estrutura: 

  • 4 módulos teóricos, cada um composto de 2 aulas, com duração de cerca de 3h cada
  • 1 módulo teórico/prático com duração total de 6h, a ser realizado na sede do Coletivo Feminista (Bairro de Pinheiros/SP) duas vezes por semestre.

• história da ginecologia e desenvolvimento da ginecologia feminista; 

• anatomia e fisiologia para o desenvolvimento da autonomia; 

• princípios gerais de fitoterapia 

• como conduzir o auto exame ginecológico e promover autoconhecimento 

• rotina ginecológica baseada em evidências

• introdução ao conceito de prevenção quaternária e desmedicalização

• ciclo menstrual e percepção de fertilidade; 

• contracepção não hormonal (diafragma, diu, camisinhas) e hormonal 

Valor:

R$ 3.500,00

Inscreva-se

você ainda não será cobrada

    As aulas são gravadas, de maneira que @ alun@ possa assisti-las quando quiser, no período de 12 meses. 

    As datas do módulo prático serão divulgadas a cada início de semestre para que cada alun@ possa se programar para estar presente com antecedência.

    Rua Bartolomeu Zunega, 44 Pinheiros – São Paulo/SP
    © 2020 Coletivo Feminista de Sexualidade e Saúde • Todos os direitos reservados.

    Segundo a OMS, o Brasil tem a 5a. maior taxa de feminicídios do mundo. Entre 1980 e 2013, 106.093 mulheres morreram por serem mulheres. A Agência Patrícia Galvão traz dados que confirmam que ser mulher é um risco: uma travesti ou mulher trans é assassinada no país a cada dois dias; 30 mulheres sofrem agressão física por hora; uma mulher é estuprada a cada dez minutos; 97% das mulheres já foram vítimas de assédio no transporte; e 76% das mulheres já sofreram violência e assédio no trabalho.