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La Mujer como Víctima Singular de la Medicalización - Carta de una Mujer que Eres Tú

Medicalizar es exponer al paciente a un riesgo sanitario innecesariamente, sin que esa práctica haya probado su eficacia con serios estudios científicos. Con prácticas me refiero a un tratamiento o a una prueba diagnóstica, que sin ser un delito que te lo den o te la hagan, no es estrictamente necesario. Son esas prácticas que “sobran”. Que se podría prescindir de ellas. Son ese tipo de prácticas o de tratamiento que cuando vas al dentista sospechas que son innecesarias y que te las hace para hacer más caja o para marearte un poco.

Autor:Roberto Sánchez. Médico de família. Madrid – España

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Segundo a OMS, o Brasil tem a 5a. maior taxa de feminicídios do mundo. Entre 1980 e 2013, 106.093 mulheres morreram por serem mulheres. A Agência Patrícia Galvão traz dados que confirmam que ser mulher é um risco: uma travesti ou mulher trans é assassinada no país a cada dois dias; 30 mulheres sofrem agressão física por hora; uma mulher é estuprada a cada dez minutos; 97% das mulheres já foram vítimas de assédio no transporte; e 76% das mulheres já sofreram violência e assédio no trabalho.