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O que Nós como Profissionais de Saúde Podemos Fazer para Promover os Direitos Humanos das Mulheres Gravidez e no Parto

Essa cartilha é baseada principalmente em dois estudos. A violência inscrita nas ações de saúde um estudo exploratório sobre a assistência à maternidade, apoiado pela Fundação Ford e parte do projeto acima, e “Entre a Técnica e os Direitos Humanos Limites e Possibilidades da Propostas de Humanização do Parto”. A parte sobre direitos das gestantes é inspirada na cartilha Gravidez Saudável e Parto Seguro São Direitos da Mulher, da Rede Nacional Feminista de Saúde e Direitos Reprodutivos. Todas as falas e personagens citados são reais, porém seus nomes forma trocados para preservar o anonimato.

Autora: Carmen Simone Grilo Diniz

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Segundo a OMS, o Brasil tem a 5a. maior taxa de feminicídios do mundo. Entre 1980 e 2013, 106.093 mulheres morreram por serem mulheres. A Agência Patrícia Galvão traz dados que confirmam que ser mulher é um risco: uma travesti ou mulher trans é assassinada no país a cada dois dias; 30 mulheres sofrem agressão física por hora; uma mulher é estuprada a cada dez minutos; 97% das mulheres já foram vítimas de assédio no transporte; e 76% das mulheres já sofreram violência e assédio no trabalho.